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DALIA

A plataforma

Cinco peças de um ciclo só

A Dalia documenta o que o código faz, declara o que é crítico, traduz cada mudança em risco de negócio, deixa você simular antes de mergear e, no fim, prova que o que roda em produção é o que foi aprovado. Cada peça sustenta a seguinte.

  1. 01Documentação
  2. 02Governança
  3. 03Drift semântico
  4. 04Simulação
  5. 05Integridade

01 · Documentação

A documentação que ninguém teve tempo de escrever

A Dalia lê cada arquivo e escreve o que ele faz em linguagem de negócio — não em comentário de código. É o ponto de partida: sem saber o que o arquivo faz hoje, não há como dizer que a mudança de amanhã é arriscada.

Por que isso importa
Documentação escrita à mão envelhece no dia seguinte. Esta acompanha o código porque é gerada a partir dele e revalidada a cada aprovação.
  • Um documento por arquivo, em português, dizendo o que entra, o que sai e qual regra de negócio está ali.
  • Identificação das bases governadas que o arquivo lê e escreve.
  • Regeração sob demanda quando o arquivo muda — com o custo da leitura de IA mostrado antes de você confirmar.
  • Busca em toda a documentação, inclusive no que veio de repositório sem versionamento.

02 · Governança

Quais bases são críticas — e quem responde por elas

Nem toda tabela merece a mesma atenção. A governança é onde se declara o que é crítico, e essa declaração passa a mudar a severidade de tudo que tocar naquilo.

  • Catálogo das bases governadas descobertas na leitura do código, não digitadas à mão.
  • Aprovação ou rejeição nominal, com motivo registrado — obrigatório na rejeição.
  • A criticidade da base entra no cálculo de risco: mexer no que é crítico não pode pesar igual a mexer no resto.

03 · Drift semântico

A mudança volta traduzida, não em forma de diff

Todo pull request volta com cartões de mudança: o que mudou de significado, qual o impacto para o negócio e qual a severidade. Quem decide não precisa ler o diff para entender o risco.

Por que isso importa
Aprovar um achado de cinco não destrava o merge. Parece detalhe, mas é a diferença entre governança e teatro de governança.
  • Um cartão por mudança semântica, escrito em linguagem de negócio, com severidade classificada.
  • Agrupamento por pull request, com placar: um PR com cinco achados só libera quando os cinco tiverem decisão.
  • Decisão individual ou em lote, sempre nominal e com justificativa.
  • O check run no PR mostra quantos achados faltam — o merge respeita a decisão, não o contrário.
  • Relatório em PDF de cada drift, com link para o pull request de origem.

04 · Simulação

Saber o risco antes de escrever o código

A simulação responde à pergunta que hoje só é respondida depois: se eu fizer esta mudança, o que quebra e quem precisa aprovar? Dá para perguntar de três jeitos.

Por que isso importa
É o único momento em que o custo de mudar de ideia ainda é zero. Depois do merge, tudo fica mais caro.
  • Por descrição: escreva a mudança em português, como escreveria num commit, e veja o risco projetado.
  • Por arquivo: aponte o caminho e simule o efeito de alterá-lo.
  • Por pull request: busque o PR por número, título ou branch e simule antes de mergear.

05 · Integridade

Provar que produção é o que foi aprovado

O fecho do ciclo. Documentação, governança e drift cuidam do que passa pelo processo; a verificação de integridade cuida do que não passou.

Testar a verificação agora
  • SHA-256 de cada arquivo aprovado, comparado com o que está rodando.
  • Perícia automática do que divergir, com autoria identificada quando o repositório permite.
  • Relatório de evidência em PDF e alerta imediato para a equipe de segurança.

Em volta do ciclo

O que sustenta a operação do dia a dia

Fontes

Repositórios do GitHub e do Azure DevOps conectados por leitura, ou envio direto de pastas para quem não versiona.

Atividade

Trilha do que aconteceu na organização: leitura, aprovação, decisão, verificação — com autor e data.

Achados

Fila do que exige atenção, com a possibilidade de marcar falso positivo e ensinar o motor a não repetir.

Perfis

Papéis por pessoa: quem apenas consulta, quem decide e quem administra. Áreas sensíveis ficam restritas a administrador.